Thursday, August 7, 2014

TANZANIA: Govt conducts feasibility study on 35 pct cement tax

Ministry of Industry and Trade experts are now conducting feasibility study to oversee whether the reintroduction of 35 per cent tax on imported cement will have less brunt to both manufacturers and buyers. 

In a phone interview with The Guardian at the weekend, Permanent Secretary in the ministry, Uledi Mussa said the study has come after cement manufacturers urged the government to reverse the tax so as to create fair competition.
He said in order to ensure fair competition; the findings obtained will be presented to the government for further implementation.

According to him, the government will work on the proposal to oversee if the proposals will bring about fair competition and have delicate balance to both manufacturers and buyers. 

He, however, admitted that currently the price of cement in the country is still high due to production cost especially the cost for electricity, adding that it is not a reliable source of energy.

“The government is finding ways to ensure that electricity is available at affordable prices. It’s our hope that the installation of gas pipe to Kinyerezi power plant by December this year will help to reduce production cost of cement,” he said. 
Besides, he said the operation of new cement factory “Dangote” will to great extent increase cement in the market hence reduce its prices.

He said the reason why the saying ‘sensitive products” was removed in 2008 was because of cement shortages occasioned by the construction of stadiums for the 2010 World Cup in South Africa.

Mussa further said as a result, import duty was reduced to 25 per cent from 40 per cent and has remained so todate.

Local producers claimed that the cement import tariff reduction has made cheap cement from China, India and Pakistan flood the market, with market insiders saying cement from those countries sold at 50 per cent to 60 per cent below the domestic market price.

Seconding the argument, the Standing Permanent Committee Chairman of Industry and Trade, Luaga Mpina said if the 35 percent levy is re-introduced, it will help check imported cement and boost local production and at the same time level the playing field for foreign and domestic companies.

Mpina said the government should reverse the tax in order to protect the local industry regardless of other East African countries’ decisions.

Recently, the East African ministers jointly decided to remove cement from the list of “sensitive products”, meaning partner states would continue paying an import duty of 25per cent on Portland cement and promised low consumer prices.

The East African Community (EAC) had a sensitive list of products covered by the EAC Customs Union Protocol, which exposed cement to a 55per cent tariff to be reduced by five percent a year from 2005.

While the 25per cent tariff may seem best to the bloc currently, the ministers are expected to address the tariff issue once its overall effect on the market is observed.

“We had hoped the import duty would be increased to at least 35per cent so that we’re cushioned from the imports,” said Narendra Raval, chairman of Devki Group.

Raval, whose company produces the National Cement brand, noted that local cement producers expected to be promoted before cheap imports were allowed into the market.

CABO VERDE: Investidor suíço interessado em retomar produção de cimento

Um investidor de nacionalidade suíça está interessado em retomar a produção na cimenteira Cabocem do Porto Novo, ilha de Santo Antão, informou o jornal cabo-verdiano A Semana.

O jornal adiantou que o investidor, que trabalhou mais de 40 anos na Secil, empresa portuguesa que fornecia à cimenteira santantonense “clinker”, matéria-prima para a produção de cimento, reuniu-se durante a sua recente estada em Cabo Verde com os donos da Cabocem e com os representantes da Empresa Nacional de Portos (Enapor).

A Cabocem, instalada no Porto Novo há mais de 10 anos, produzia cimento “Portland” pozolânico (cinzas vulcânicas) em “big-bag” (1,5 toneladas) e sacos de 50 quilogramas.

Já na ilha do Sal a produção era de cimento “Portland” calcário, além de agregados hidráulicos diversos, todos certificados com a norma internacional EN 197-1.

Um contencioso com o governo de Cabo Verde, acusado pela empresa de não cumprir as suas obrigações, mais a crise internacional, obrigaram a unidade fabril a fechar as portas.

BRAZIL: Holcim e Lafarge querem vender 30% de capacidade no Brasil

As cimenteiras Holcim e Lafarge fizeram proposta para vender ativos no Brasil com capacidade para produção de cerca de 3,6 milhões de toneladas de cimento por ano, na tentativa de obterem aprovação de autoridades para a fusão que criará o maior grupo do setor no mundo.

Os ativos para alienação pelas empresas em proposta ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) envolvem duas fábricas de cimento da Lafarge nas cidades mineiras de Arcos (500 mil toneladas) e Matosinhos (1,1 milhão de toneladas) e uma fábrica da Holcim em Cantagalo (1,2 milhão de toneladas), também em Minas Gerais.

A capacidade proposta para a venda é equivalente a cerca de um terço da produção de ambos os grupos em 2012, de 10.691 milhões de toneladas, segundo dados mais recentes da entidade que representa o setor no Brasil, Snic.

Além das fábricas, a proposta inclui duas unidades de moagem da Lafarge, com capacidade conjugada para 700 mil toneladas anuais, e uma usina de concreto da Holcim, em Pouso Alegre. Representantes do Cade não puderam comentar o assunto de imediato.

"Os desinvestimentos propostos foram apresentados ao Cade no contexto de negociações anteriores e serão objeto de análise e discussões até que uma decisão final seja alcançada com a autoridade", disseram as companhias em um comunicado à imprensa divulgado mais cedo.

A Holcim e a Lafarge precisam se desfazer de ativos gerando cerca de 5 bilhões de euros (US$ 6,71 bilhões) em receita anual para persuadir reguladores de competição ao redor do mundo a aprovarem a fusão das empresas anunciada em abril. A operação criará um grupo com vendas anuais combinadas de US$ 44 bilhões.
publicidadeNo Brasil, a fusão das duas empresas criará a terceira maior empresa do setor, atrás de Votorantim Cimentos e Intercement, do grupo Camargo Corrêa, segundo dados do Snic.

No fim de maio, o Cade condenou Votorantim Cimentos, Holcim, Cimpor, InterCement, Itabira Agro Industrial (do grupo João Santos) e Companhia de Cimentos Itambé a pagarem R$ 3,1 bilhões em multas e a venderem 20% de capacidade em serviços de concretagem em um caso que considerou que o grupo formou um cartel no setor no país. Na época, a Lafarge não foi incluída na decisão porque tinha feito um acordo anos antes com o Cade.

CSN

Os ativos a serem vendidos por Lafarge e Holcim no País podem interessar a grupos como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Perguntado por analistas nesta segunda-feira se a CSN teria interesse nos ativos, o diretor de relações com investidores da CSN, David Salama, afirmou que a empresa "acompanha os movimentos de mercado, se surgir oportunidade vamos analisar, dentro de nossa filosofia de avaliar se a aquisição criará valor para a empresa como um todo".

A CSN mantém em Arcos uma fábrica de clínquer, principal insumo para a produção de cimento, que produz 2,5 mil toneladas por dia e abastece a moagem da empresa instalada na Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ). A empresa trabalha atualmente na implantação de uma nova unidade de moagem em Arcos, que ampliará a capacidade da empresa de 2,4 milhões para 5,4 milhões de toneladas anuais. A unidade é prevista para entrar em operação em 2016.

BRAZIL: Lafarge et Holcim détaillent leur proposition de cessions

Lafarge et Holcim annoncent les détails d'une proposition de cessions d'un ensemble significatif d'actifs situés au Brésil, dans le cadre de leur projet de fusion entre égaux pour créer LafargeHolcim, un groupe à la pointe de l'innovation et à l'avant-garde de l'industrie des matériaux de construction.

Comme annoncé le 7 juillet 2014, et afin d'anticiper les demandes éventuelles des autorités de la concurrence, le comité de désinvestissements a établi une liste d'actifs de grande qualité appartenant aux deux entreprises Holcim et Lafarge. Cet ensemble, proposé aux autorités brésiliennes de la concurrence CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), comprend trois usines de ciment intégrées et deux stations de broyage (représentant une capacité totale annuelle de production de ciment de 3,6 millions de tonnes), ainsi qu'une centrale à béton, toutes situées dans le Sud-Est du Brésil.

Le Brésil est un marché important pour le futur groupe LafargeHolcim, qui maintiendra sa présence dans ce pays, au service de ses clients, avec un réseau d'actifs équilibré dans toutes ses activités : Ciment, Granulats et Béton prêt à l'emploi.

Les désinvestissements proposés ont été présentés à la CADE lors de discussions de pré-notification et sont conditionnés à leur examen et approbation, dans le cadre d'un dialogue continu.

Le processus de cession se déroulera dans le respect des conditions d'information et de consultation en vigueur et dans le cadre d'un dialogue permanent avec les instances de représentation du personnel. Des discussions seront menées en parallèle avec les autorités de la concurrence et les acquéreurs potentiels. La finalisation du processus de désinvestissement sera conditionnée à la conclusion effective de l'opération de fusion entre Holcim et Lafarge.
Comme annoncé, le projet de fusion devrait être finalisé au premier semestre 2015, avec pour objectif de créer un groupe bénéficiant du portefeuille le plus équilibré et diversifié du secteur, présent dans 90 pays et disposant d'un fort potentiel de création de valeur pour toutes ses parties prenantes.

Les actifs proposés pour cession sont les suivants :
La cimenterie de Lafarge de Matozinhos
La cimenterie de Lafarge de Arcos Jazida
La cimenterie de Holcim de Cantagalo
La station de broyage de Lafarge de Arcos Cidade
La station de broyage de Lafarge de Santa Luzia
La centrale à béton de Holcim de Pouso Alegre

ALGERIA: Une dizaine de cimenteries en projet cette année

Pour faire face à la hausse continue des importations de ciment, les pouvoirs publics ont décidé le lancement d’une dizaine de projets de cimenteries durant cette année.

En effet, les importations de l'Algérie en ciment ont atteint, durant le 1er semestre 2014, près de 283,9 millions de dollars contre 218,19 millions en 2013, en hausse de 30,11%, selon les Douanes Algériennes. Les quantités importées ont été estimées à 3,086 millions de tonnes durant les six premiers mois de 2014 contre 2,438 millions de tonnes à la même période en 2013, en augmentation de 26,55%, précise le Centre national de l'informatique et des statistiques (CNIS), relevant des Douanes. L'Algérie produit 18 millions de tonnes de ciment par an et importe 2 à 3 millions de tonnes pour répondre à la demande locale estimée à 21 millions de tonnes par an. Devant cette situation, le gouvernement a décidé de faire du développement de la filière ciment l’une des priorités de son programme, afin de satisfaire la demande en hausse de ce produit pour atteindre une production de 20 millions de tonnes/an à l'horizon 2016 et 29 millions de tonnes en 2018, mais surtout dans le but de cesser d’en importer dans un proche avenir. Selon le ministère du Développement industriel et de la promotion de l'investissement, l'Algérie devrait cesser d'importer du ciment d'ici 3 à 4 ans, et ce, grâce au renforcement de ses capacités de production nationale avec le lancement d'une dizaine de projets de réalisation de cimenteries durant cette année qui devront entrer en production d'ici à fin 2016 début 2017. Parmi les nouvelles cimenteries, on citera celle que projette de réaliser l’homme d’affaire Issaâd Rebrab, dans la ville d’El Khourb (Constantine). Selon notre confrère El Watan, le Conseil national de l’investissement (CNI) a donné à la fin du mois dernier son aval au groupe Cevital pour la construction d’une méga-cimenterie d’une capacité de 8 millions de tonnes. Selon le patron de Cevital, la nouvelle cimenterie sera la plus grande en Algérie. En plus de satisfaire les besoins du pays en ciment, la nouvelle cimenterie, qui devra créer 750 postes d’emploi directs, sera résolument tournée vers l’exportation. Elle produira, dans une première phase, 4 millions de tonnes de ciment par an, dès la mise en service de la première tranche du projet, prévue dans 36 mois. L’autre grand projet est celui d’un partenariat lancé le mois de février dernier entre l’entreprise algérienne Hodna Cement Compagny (HCC) et le groupe sud-africain Pretoria Portland Cement Limited (PPC). Le projet, qui sera implanté à M’sila et dont le coût de réalisation est estimé à 28 milliards de dinars, est destiné à produire 2,2 millions de tonnes par an. Ce projet, dont la durée de réalisation est fixée à 22 mois, permettra de créer quelques 400 postes d’emploi directs et entre 3 000 et 4 000 indirects. La nouvelle cimenterie devrait entrer en service à partir de juin 2016 et entamer la commercialisation du ciment en Algérie. Selon les responsables de HHC, le projet contribuera à la réduction des importations à hauteur de 66%.