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Tuesday, March 3, 2015

PORTUGAL: Cimpor regressa aos lucros

A Cimpor regressou aos lucros em 2014 e encerrou o ano com um resultado líquido de 29,6 milhões de euros, que contrasta com prejuízos de 15,3 milhões de euros registados em 2013.

A cimenteira controlada pelo grupo brasileiro InterCement vendeu 30 milhões de toneladas de cimento e clínquer (a base do cimento), 6% mais do que no ano anterior. Contudo, o volume de negócios foi de 2603 milhões de euros, caindo 0,8%, e o EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de 645,6 milhões, diminuindo 6,7% em comparação com 2013.

Ricardo Lima, presidente executivo da Cimpor, diz que os números “acabam por não evidenciar a expansão” da actividade devido ao “impacto da depreciação de algumas moedas locais” em que a empresa opera, como o real brasileiro, o peso argentino e o rand sul-africano em relação ao euro. “No Brasil, que representa hoje ainda cerca de 50% do nosso EBITDA, obtivemos muito sucesso com as nossas estratégias comerciais, com ganho de quota de mercado, especialmente no primeiro semestre”, destaca, no relatório e contas.

O mercado português caiu 11% “ainda efeito da adversidade económica local”. Já as exportações cresceram 19%, passando de 2.648.819 toneladas em 2013 para 3.153.800 toneladas. Este resultado foi impulsionado por África, onde a Argélia foi “o destaque como destino de vendas”.

A Cimpor tem operações em oito países da América do Sul, África e Europa e é dona de 40 fábricas de cimento e moagens. .

Wednesday, November 5, 2014

PORTUGAL: Grupo Lucros da Semapa crescem 15% nos primeiros nove meses

De acordo com a informação enviada hoje pela empresa à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a evolução dos lucros do grupo deve-se essencialmente à "redução do EBITDA total ((lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em cerca de 14,1 milhões de euros", ao "aumento das amortizações e perdas por imparidade", em 1,4 milhões de euros, e à reversão das provisões no valor de 5,8 milhões de euros.

Outros fatores que contribuíram para o resultado líquido obtido relacionam-se com o agravamento dos resultados financeiros líquidos em 10 milhões de euros, face ao período homólogo (para 77,9 milhões de euros negativos) e a diminuição dos impostos cobrados à Semapa, de 27,3 milhões de euros.

Quanto ao volume de negócios consolidado do grupo, aumentou 0,7% nos primeiros nove meses, face ao período homólogo de 2013, para 1.482,4 milhões de euros. Deste valor, as exportações e vendas no exterior representaram 80,1%, totalizando 1.187,7 milhões de euros.

Por áreas da empresa, foi o negócio da pasta e papel que representou a maior fatia das receitas do grupo até ao final de setembro, traduzindo-se em 1.138 milhões de euros de volume de negócios.

Em causa esteve um crescimento de 0,1% no volume de negócios da pasta e papel, face aos primeiros nove meses de 2013, "com o aumento expressivo do volume de vendas de papel a compensar o efeito negativo da evolução dos preços da pasta e papel", indicou o grupo.

Quanto ao negócio do cimento, cujas receitas aumentaram quatro por cento, para 326,5 milhões de euros, o grupo atribui este desempenho "maioritariamente à boa performance das operações de exportação de cimento e clínquer a partir de Portugal, cujo volume de negócios cresceu 22,9% face ao ano transato, e da unidade de negócios de cimento da Tunísia, que apresentou um crescimento de 10,1%".

Já na área do ambiente, o volume de negócios decresceu 17,2% nos primeiros nove meses do ano, em termos homólogos, para 18 milhões de euros.

Por seu turno, o EBITDA total do grupo Semapa decresceu cerca de 4,5% entre janeiro e o final de setembro, face ao mesmo período do ano anterior, atingindo 298,4 milhões de euros, informa também a mesma entidade.

A dívida líquida consolidada reduziu-se em 119,6 milhões de euros face ao valor que tinha no final do exercício de 2013, passando para 1.165,7 milhões de euros registados a 30 de setembro.

"Esta evolução deveu-se essencialmente à redução do nível de endividamento em todos os segmentos", afirma a Semapa.

Tuesday, September 4, 2012

PORTUGAL: Cimpor pierde 204,8 millones de euros hasta junio frente a beneficio de 2011

La cementera portuguesa Cimpor, controlada por el grupo brasileño Camargo Correa, perdió 204,8 millones de euros en el primer semestre, frente al beneficio de 132 millones del mismo período de 2011.

Según informó hoy la compañía a la Comisión de Mercado de Valores Mobiliarios lusa (CMVM), el retroceso se explica por la acentuación de la crisis en la Península Ibérica, así como por dificultades en los mercados chino y turco.

El beneficio antes de impuestos, amortizaciones y depreciaciones (ebitda) cayó un 15 por ciento, de 316 millones a 267,4 millones.

Este resultado se produjo "a pesar de la contribución de Brasil y el fuerte crecimiento de Mozambique", destacó la compañía.

El volumen de negocios de este período alcanzó los 1.086 millones de euros, una disminución del 5,5 por ciento con respecto al mismo período de 2011, "acentuada por el aumento de los precios" y la consecuente caída en la ventas.

En cuanto la deuda financiera, Cimpor consiguió reducirla hasta 1.538 millones, 85 millones menos que en el mismo periodo de 2011.

La compañía destacó que la acentuación de las pérdidas se debió a los mercados español y portugués, ya que "la consolidación presupuestaria (de los gobiernos en estos países) contrae severamente la demanda".

La pérdida de valor en los activos financieros en esos países produjo perjuicios de 290 millones de euros, sin los que el resultado líquido hubiera registrado un beneficio de 85 millones de euros, apuntó la empresa.

En España la compañía explicó los resultados negativos por "la caída continua del consumo desde 2007 y por encima de los esperado en 2012", así como "la falta de visibilidad para la recuperación económica".

Por otra parte, China "enfrenta un nuevo contexto económico", por lo que las condiciones de mercado se deterioraron, explicó la empresa.

Otro factor negativo fueron las condiciones climáticas del invierno en Turquía, que dificultaron el desempeño del sector de la construcción en el país y los resultados.

Por el contrario, los mercados emergentes frenaron estas caídas y ya representaron para el ebitda un 83 por ciento de la contribución a los resultados.

Brasil continuó siendo el país con mayor contribución, con un 37,5 %, seguido de los países mediterráneos (25,1 %) y los del sur de África (16,3 %).

En el país sudamericano "el dinamismo económico y de la construcción alimentó la demanda", con un aumento del 9 por ciento, destacó la empresa.

Cimpor, que tiene instalaciones en trece países de Europa, Asia, Suramérica y África, pasó a manos de Camargo Correa el pasado junio al hacerse con el 94,8 % de la firma después de una opa lanzada el 30 de marzo.

En esa operación, el grupo con sede en Sao Paulo, que ya poseía un tercio de la empresa, compró la mayor parte de las participaciones de la estatal Caixa Geral de Depósitos (9,6 %), del Banco Comercial Portugués (10 %) y de Manuel Fino (10,7 %).

Además llegó a un acuerdo de permuta de activos con la también brasileña Votorantim Cimentos, que le otorgó otro 21,2 %. EFECOM

Friday, June 1, 2012

PORTUGAL:Camargo Corrêa to swap assets with Votorantim in Cimpor bid



Portugal: Portugal's securities regulator CMVM has said that a takeover bid by Brazil's construction group Camargo Corrêa for Portuguese cement maker Cimpor will involve an asset swap to buy out another Brazilian shareholder that will get part of Cimpor's overseas business. CMVM approved the previously announced Euro5.50/share bid under these terms and said that the remaining shareholders in Cimpor would have until 19 June 2012 to decide whether to sell their stakes.

Camargo Corrêa, which is already the largest single shareholder in Cimpor with a 33% stake, launched a Euro2.5bn bid for the rest of Cimpor in March 2012, in a move defended by the Portuguese government. CMVM said that Camargo and the other Brazilian shareholder Votorantim had agreed that the deal would involve an asset swap, as expected by analysts.

Camargo will exchange its cement and concrete business in South America and Angola for Cimpor's overseas assets, including in China and India but excluding Brazil, also taking hold of 21% of Cimpor's net consolidated debt. Camargo will then swap the assets it received for Votorantim's stake in Cimpor.

The decision by CMVM may address some concerns by Brazil's antitrust regulator Cade, which has been analysing Votorantim and Camargo Corrêa's purchases of stakes in Cimpor since 2010, when the two frustrated an acquisition attempt by Brazilian steelmaker CSN. Camargo Correa's buyout of Cimpor could help competition in Brazil by reducing Votorantim's market share.

Wednesday, May 9, 2012

PORTUGAL: Resultados da Cimpor "em linha com o esperado"



Os resultados do primeiro trimestre da Cimpor estiveram "em linha com o esperado", comentaram hoje os analistas do BPI, salientando que a cimenteira apresentou um volume de negócios de 521 milhões de euros, 5% abaixo do período homólogo e 1% inferior às previsões que haviam adiantando ontem na nota de 'research'. Em contrapartida, o EBITDA situou-se 1% acima da expectativas, nos 128 milhões de euros, e os resultados líquidos atingiram os 49 milhões, nove milhões acima do esperado.



Depreciações inferiores ao esperado e resultados financeiros menos negativos do que antecipado ajudaram a compensar o crescimento dos impostos acima das expectativas (cinco milhões de euros).

Em termos positivos, os analistas do BPI destacam os resultados da unidade em Portugal, suportados pelas exportações. "O mercado doméstico caiu entre 15 a 20% mas foi compensado pelos 60% de aumento das exportações em cimento e clinker, permitindo à Cimpor aumentar o seu volume de vendas da unidade portuguesa em 2%", pode ler-se no comentário às contas trimestrais apresentadas pela cimenteira.

Positivamente foram, ainda, destacadas as performances no Egipto e em Moçambique, mercado que "continua a demonstrar um ritmo notável com crescimento de 16% no volume, de 12% nas receitas e de 39% no EBITDA face a igual período de 2011".

Em termos negativos, o BPI destaca a China, a Espanha e a Turquia, com os volumes de vendas da Cimpor a cair 26% no primeiro, 34% no país vizinho e 35% no mercado turco.

Monday, May 7, 2012

PORTUGAL: Brazil's Camargo Correa Provides Details On Bid For Portugal's Cimpor



InterCement, the cement unit of Brazilian industrial conglomerate Grupo Camargo Correa (CGCDY, CCIM3.BR), on Sunday provided further details about its bid to buy Portuguese cement company Cimpor-Cimentos de Portugal SGPS SA (CPR.LB).

Camargo Correa said it hasn't changed its March 30 offer of EUR5.5 per Cimpor share, and said that payment would be made immediately after the offer closes, in cash.

The company emphasized that Cimpor would remain a Portuguese company, with the same brand, and that it would be strengthened by having a stable ownership structure. Camargo Correa plans to unify all of its cement operations under Cimpor, giving the Portuguese company more international clout, with InterCement's assets in South America--and Brazil in particular--and boosting Cimpor's own presence in Africa, according to the statement.

Camargo Correa said that Cimpor's ownership structure is fragmented and "without strategic coherence."

The group said that it plans to offer an exchange of assets to buy out Brazilian cement group Votorantim Cimentos, which owns 21.2% of Cimpor.

InterCement would first transfer to Cimpor all of its assets in South America and Angola, in exchange for most of Cimpor's assets in China, Spain, India, Morrocco, Tunisia, Turkey and Peru. InterCement would then offer those international assets to Votorantim, in exchange for its shares in Cimpor, the statement said.

Camargo Correa said it has discussed the matter with Votorantim, and that there's a "very strong possibility" that Votorantim would accept.

Camargo Correa is already Cimpor's largest single shareholder, with a 32.9% stake, followed by Votorantim. Camargo Correa and Votorantim purchased their 53% stake in Cimpor in 2010.

Thursday, December 9, 2010

PORTUGAL: Cement exports of Pakistan are expected to grow steadily in the years to come, as Russia and Qatar are determined to develop their infrastructure ahead of hosting FIFA’s World Cup in 2018 and 2022, respectively, a brokerage house has said. “We believe a massive infrastructure build-up would be required in these two countries for hosting the event, especially in the case of Qatar, and we believe that Pakistan would be benefiting the most through exporting labour and cement,” said Atif Zafar, an analyst at JS Research. The recent past suggested that Pakistan’s cement exporters had notably benefited from the infrastructure build-up in Federation Internationale de Football Association (FIFA) World Cup host countries. South Africa is the most recent example in this case, he added. Omar Rafiq, an analyst at BMA Capital, was not optimist about seeing massive growth in Pakistani cement exports in step with infrastructure build-up in the two counties. “Pakistan’s cement exports may increase at a negligible pace in these cases.” He maintained that Saudi Arabia and United Arab Emirates (UAE) would be more suitable countries for Qatar to import cement for the purpose, as these two had closer ties with Qatar than Pakistan. “At present Saudi Arabia holds an excessive cement production of 11mn tonnes per year, which may be increased in the years to come as it has planned to increase its total product to 64mn tonnes in the next two-three years from 50mn tonnes at present.” Similarly, the UAE held 4mn tonnes cement production is in excess, he added. As far as the case of Russia was concerned then it may opt for importing cement from some European countries, as there were some production lines in the continent, which might be run on 100% capacity for a brief period of time. However, Zafar said that with Pakistan presently producing an excess capacity of 13mn tonnes and its geographic proximity to both these countries, it was expected that Pakistani cement exports, which currently stand at 10mn tonnes (21% of the total installed capacity), would be rising in the long-term, he said. “It could be a timely shot in the arm for Pakistan cement exports, which declined after the Dubai financial crisis. Moreover, export prices which came down to $50-52 per tonne at present from a high of $80-85 per tonne in 2008-09 could too see upward revision.”

"Vamos agora continuar a desenvolver a presença nos países e regiões onde estamos a gerar crescimento. A primeira opção é o Brasil", afirmou o presidente da Cimpor.


Lisboa - O presidente executivo (CEO) da Cimpor, Francisco Lacerda, coloca o Brasil no topo das prioridades de expansão da cimenteira portuguesa, cujo capital é controlado maioritariamente pelas brasileiras Camargo Corrêa e Votorantim. 

"Vamos agora continuar a desenvolver a presença nos países e regiões onde estamos a gerar crescimento. A primeira opção é o Brasil, que, para a Cimpor, está a crescer este ano 18% em volume de vendas e o mercado está a crescer 14%", afirmou Francisco Lacerda em entrevista ao "Expresso". 

O CEO da Cimpor disse ao semanário português que no Brasil "as perspectivas de crescimento continuam a ser muito elevadas e duradouras". "A Cimpor tem uma quotade mercado de 10% no Brasil e, para defender essa quota, decidiu investir em aumento de capacidade", acrescentou Francisco Lacerda, em alusão ao investimento de 240 milhões de euros já anunciado pelo grupo para o mercado brasileiro. 

Na entrevista ao "Expresso", o executivo da Cimpor também disse que "há outros países" na América Latina onde o grupo está "proactivamente à procura de oportunidades", embora seja "muito cedo" para os referir. 

Francisco Lacerda comentou ainda as relações com os accionistas brasileiros. A Cimpor comprou recentemente uma empresa em Moçambique à Camargo Corrêa. "Foi uma oportunidade que surgiu. Moçambique é um mercado que está a crescer, estávamos perto de esgotar a capacidade de produção", justificou o CEO da Cimpor. 

Sobre as implicações da presença de administradores da Camargo Corrêa e da Votorantim (concorrentes da Cimpor no Brasil) na gestão da cimenteira lusa, Francisco Lacerda reconheceu "algumas" limitações no dia-a-dia da administração. 

"Nas reuniões do conselho de administração, quando se trata de algum assunto relacionado com o Brasil, os quatro administradores nessa condição não estão presentes na sala", assegurou Francisco Lacerda.

Friday, December 3, 2010

PORTUGAL: Cimpor Extends Maturity Of Debt, Adds Credit Lines



-Portugal's Cimentos de Portugal SGPS SA (CPR.LB) said Thursday it had extended the maturity of its debt by almost two years through several financing deals with a slew of banks.

The transactions included a EUR320 million syndicated loan agreed with BNP Paribas SA (BNP.FR), Caixa Geral de Depositos, ING Groep NV (ING) and Societe Generale SA (SCGLY) that will serve as an alternative to an existing eurobond market loan.

It also set up a EUR150 million credit facility with Citigroup Inc. (C) and Royal Bank of Scotland Group PLC (RBS.LN), EUR110 million club deal with Banco Bilbao Vizcaya Argentaria SA (BBVA.MC) and ING, while Banco Santander SA (SAN.MC) committed to underwrite EUR100 million in commercial paper for three years.

Finally, it is extending to $200 million an already announced private placement.

Friday, November 26, 2010

PORTUGAL: Cimpor integra operações de Portugal e Espanha

A Cimpor vai integrar, no curto prazo, as operações de Portugal e Espanha, agregando-as numa nova área de negócio designada Ibéria. Uma decisão que permitirá ao grupo eliminar um conjunto de custos e de recursos que se encontram duplicados. 

Nos dois mercados, a capacidade de produção de cimento da Cimpor totaliza 10,3 milhões de toneladas. 

"A integração de Portugal e Espanha numa só operação constitui um exemplo do nosso compromisso em tornar todas as nossas operações mais eficientes e com melhores resultados", afirmou ao Negócios Francisco Lacerda, presidente executivo da Cimpor, que apresentou a sua estratégia para os próximos anos .

Thursday, November 18, 2010

PORTUGAL: Cimpor vai colocar obrigações a dez anos no mercado norte-americano


A Cimpor anunciou que vai fazer uma emissão de dívida no mercado norte-americano no valor de 150 milhões de dólares (111 milhões de euros).


Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) na terça-feira à noite, a Cimpor anunciou ter fixado o preço de uma colocação privada no mercado norte-americano de obrigações a dez anos a emitir pela sua subsidiária integral Cimpor Financial Operations B.V.

A operação, no valor de 150 milhões de dólares, «faz parte de um conjunto de operações de reforço da liquidez e alongamento da maturidade do passivo», refere a Cimpor.

A cimenteira diz que a emissão terá um cupão de 6,7 por cento, «o que compara favoravelmente com o custo do risco soberano».

Wednesday, November 10, 2010

PORTUGAL: Cimpor profit drops 4 pct on tax, beats forecast

Net profit dips to 170.5 mln euros, f'cast was 167 mln

* Sales rise 6.7 percent, EBITDA beats f'cast


LISBON, Nov 9 (Reuters) - Portuguese cement maker Cimpor posted a 4 percent drop in nine-month net profit due to higher taxes, but it beat the market forecast as sales growth in emerging markets offset sickly Iberian figures.

Portugal's largest cement maker -- the target of a takeover battle earlier this year when Brazilian companies Camargo Correa and Votorantim bought large minority stakes -- said sales in Brazil jumped 45 percent, followed by Turkey, where revenues rose 38 percent.

In Portugal, sales were virtually unchanged, while in neighbouring Spain they fell almost 16 percent. Both Iberian countries have been hard hit by the financial crisis, and government austerity plans are expected to weigh on growth.

Total revenues rose 6.7 percent to 1.68 billion euros, in line with analysts' expectations. Net profit fell to 170.5 million euros, exceeding the avearge forecats of 167 million euros.

Earnings before interest, taxes, depreciation and amortisation rose 4 percent to 475 million euros, slightly exceeding the average forecast of 471 million.

Cimpor did not provide any forward-looking statements. It said in August it viewed the second half of 2010 with moderate optimism, expecting most demand growth in Brazil and China, as well as north Africa.

Cimpor shares were down 0.3 percent at 5.235 euros in early trading, slightly outperforming the broader market in Lisbon .PSI20, which was down 0.5 percent.

Friday, November 5, 2010

CHINA: Portugal's Cimpor opens another factory in China

Portugal-based cement group Cimentos de Portugal (Cimpor) opened its biggest cement factory Wednesday in China doubling its production capacity in the country, the group said in a stamen issued in Lisbon.

Cimpor Zaozhuang, which required investment of 100 million euros, has a cement production capacity of 2 million tons per year, the statement said.

The factory, the group's second in China after the one in Shandong, is located in Zaozhuang, an area rich in cola and limestone reserves, which is the raw material required for cement production, and is where many construction materials companies are located.

Cimpor entered the Chinese market in May, 2007, with the acquisition of 60 percent of Chinese company Shandong Liuyuan, and currently has two integrated cement production factories, in Shandong and Zaozhuang, a clinker factory in Liyang, and two clinker mills in Huaian and Suzhou.

The cement company in total has cement production capacity using its own clinker of 5.3 million tons per year.

The Cimpor group is present on four continents and in 12 countries, with an annual cement production capacity of 36 million tons.